Sing the changes
Se eu não insistisse, nem champagne teria.
Não que eu faça questão de seguir tradições, mas é legal estourar champagne no ano novo. E sempre fizemos isso, desde quando consigo me lembrar. No ano novo e no natal também, acho. Não teve champagne nesse natal. E quando perguntei, estranhando a falta, me responderam (sei lá o quê) com naturalidade, como se nunca tivesse e não fosse necessário. Sempre teve.
Quase ninguém bebe na minha família, sempre foi assim, mas sempre teve a champagne no ano novo. E no natal. Insisti e levamos pra casa do tio no reveillon. Quase ninguém bebeu, mas me senti um pouco melhor.
Gosto de estar com a minha família nessas datas, mas já faz uns anos que estamos perdendo a sintonia em alguns costumes. Talvez por eu viver em círculos sociais diferentes dos que eles cresceram e viveram. Talvez por eu não ter encontrado Jesus. (na verdade passei uns bons anos da minha vida na igreja, até desistir dela)
2012 será o ano pra eu reafirmar todas as mudanças que vem acontecendo na minha vida, tenho muita coisa pra fazer, e se eu não fizer, tô literalmente fodido e mal pago. Tentei fazer a lista de resoluções, mas é meio difícil listar o que espero do ano. Apenas uma das resoluções, a que seria a última da lista, pode ser escrita, mas não quero ficar na expectativa. Mas se eu conseguir, vai ter significado mudanças legai na minha vida. As que eu quero, ao menos.
Vamos, 2012, estou pronto.
