Pequenos diálogos, grandes conclusões
Ontem, no caixa da padoca, onde tomei café da manhã com minha filha e um amigo, a guria viu um pacote de balas amarelo com uns bichinhos, que eu não tinha visto que faziam caretas.
No carro, ao experimentarmos a dita:
- Isso parece uma bala, né?
- Isso é uma bala, Lú.
- É uma bala bem azeda.


Lembrei de uma bala, ou chiclete, que existia quando eu era criança, que era azeda pacaramba, e todo mundo comia não por que era boa, mas por que era mó legal. Não lembro o nome, acho que é algo como “puargh”.

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