UM PUTA 2010 PRA TODO MUNDO!
•December 31, 2009 • 1 CommentTudo normal
•October 5, 2009 • 2 Comments
Há algumas semanas, o Corel Draw do computador do trabalho tem dados uns paus estranhos, principalmente nas cores. Até aí, tudo normal. Então abri um chamado no Help Desk pra eles verificarem o problema, e se for necessário, reinstalar o Corel. Burocracia empresarial, normal.
Quando voltei do almoço, meu computador tava com um login diferente; pensei “eles devem ter vindo mexer no Corel”. Mas nada tinha mundado. Então pensei “vai ver que precisava do CD, ou algum plugin, sei lá”. Até aí, sem problemas, tudo normal.
Mais tarde, cruzei com o carinha da TI:
- Cara, você mexeu lá na minha máquina?
- Sim.
- E aá, reinstalou o Corel?
- Não, fui fazer uma outra coisa.
- ???
Às vezes não sei se fico puto ou se dou risada com a área de TI…
Mas, por incrível que pareça, isso é normal… =/
So Fuckin’ Tired
•August 11, 2009 • 2 CommentsEste texto se trata de um desabafo pessoal completamente emo. Se você estiver sem paciência para ladainhas sobre como a vida é complicada e blá blá blá, não recomendo a leitura. A não ser que você se importe comigo e se interesse pelo momento difícil que estou passando, aí pode ler. Não é algo que vai doer.

Momento confissão na sala vazia.
Tô bem desanimado lá no trabalho. Acho que não chega a ser uma desmotivação, por que até gosto da empresa e do que eu faço, e gosto muito das pessoas que trabalham comigo. Então não diria que estou desmotivado.
O problema é que, desde que a estagiária saiu, há mais de 2 meses, estou fazendo trabalho que poderia ser dividido em até 3, dependendo do caso. E o pior é que é o trabalho mais massante da área, e que toma um tempo absurdo do meu trabalho real, que eu gosto de fazer.
A empresa está em fase de mudanças, com novo nome, novo logotipo, nova unidade, enfim, lançamento atrás de lançamento. Eu tenho 50865149 demandas relacionadas a esses lançamentos, e não consigo dar conta de muitas delas justamente por conta desse trabalho extra.
Semana passada fiquei até as 20h30 quase todos os dias. Minha saúde psicológica tá indo pro beleléu. Era pra eu ter pego férias (mais que merecidas, diga-se de passagem) no mês de julho. Não rolou. Acho que só vou conseguir pegar em dezembro.
O processo de contratação do novo estagiário (tomara que seja uma estagiária!) já tá rolando, mas devagar, por que todos na área estão na correria. Parece que essa semana vão ter uma entrevistas, se bobear até pedem pra eu entrevistar também. Tanto faz.
Se você leu até aqui, desculpa por te-lo enchido com minhas emices. Mas aqui é o único lugar que posso desabafar numa boa sem me preocupar em estar perturbando alguém com toda essa ladainha.
Câmbio, desligo.
Das desnecessidades
•June 24, 2009 • 1 CommentDesde que comecei a trabalhar, sempre fui responsável pela distribuição dos brindes da empresa. Nesse meu trabalho atual quase não trabalhamos com brindes, mas o pouco que temos acaba sendo centralizado em mim.
Eu costumava andar pelos elevadores e pelos andares da empresa, com sacolas cheias dos mais diversos brindes, alguns bem legais até, e todos padronizados com as cores e o logo da respectiva empresa.
Uma coisa que sempre me deixou fascinado – puto da com a raça humana, mas fascinado – é o fato de, quando alguém entra no elevador comigo, ou quando estou em algum lugar manuseando os brindes, alguém (muitas pessoas) sempre para e pergunta se não tem um pra ele. Pode ser uma canetinha de plástico ou imã de geladeira, ou qualquer outra coisa que não sirva pra absolutamente nada!
É impressionante! Parece ser uma coisa automática. Me vê no elevador, opa, é o cara dos brindes, olha pra sacola e solta a pergunta: não tem como arrumar um pra mim? Tem o script pronto. Tenho certeza que muitas vezes a pessoa nem viu o que tem lá, mas sabe que é brinde e que é pra dar pra alguém, então por que não dar uma pra ela também?
Eu sempre fiquei muito puto com isso.
Nessa empresa atual a coisa é mais amena, pois quase não mexo com isso, mas sempre que mexo aparece um pentelho pra pedir um.
Hoje descobri uma forma de fazer a pessoa refletir sobre sua condição e se questionar se aquela situação é realmente necessária. Ok, não com tanta filosofia.
- Rafa, você não acha que eu mereço uma caneta?
- Hum… sinceramente?
- Tá, posso não merecer, mas você podia me arrumar uma.
- Fulana, você realmente precisa de mais uma caneta?
…
…
…
- Tá, agora você me pegou. Mas você fica em débito comigo.
Bullseye!
Saí de cabeça erguida.
Em minha humilde opinião
•June 17, 2009 • Leave a CommentLembro que quando comprei o Facelift, primeiro disco do Alice In Chains, há 526 anos atrás, comentei com uma amiga: eles já fizeram todas as músicas que eu gostaria de ter feito.
Cerca de 10 anos depois – caraca, como o tempo passa – ao ouvir as músicas desse álbum, minha sensação é exatamente a mesma.

Méritos de Layne Staley (rip), Jerry Cantrell, Sean Kinney e Mike Starr, primeira e mais inspirada formação do Alice In Chains.
Nunca vi uma banda de rock usar tão bem duas vozes quanto eles. Me arrisco a dizer que, nisso, Layne e Jerry eram melhores até que os Beatles. A música desse vídeo aí – It Ain’t Like That – não é o melhor, mas é um exemplo muito bom.
Estou ansioso pra ver o novo trabalho deles, com o Robert DuVall substituindo o Layne. E mais asioso ainda pra que seja confirmado o show deles aqui no Brasil, em agosto!
Pequenos diálogos, grandes conclusões
•June 15, 2009 • 1 CommentOntem, no caixa da padoca, onde tomei café da manhã com minha filha e um amigo, a guria viu um pacote de balas amarelo com uns bichinhos, que eu não tinha visto que faziam caretas.
No carro, ao experimentarmos a dita:
- Isso parece uma bala, né?
- Isso é uma bala, Lú.
- É uma bala bem azeda.


Lembrei de uma bala, ou chiclete, que existia quando eu era criança, que era azeda pacaramba, e todo mundo comia não por que era boa, mas por que era mó legal. Não lembro o nome, acho que é algo como “puargh”.
Alguns assuntos ou De como apelamos para o lugar comum quando não temos muito o que dizer
•June 12, 2009 • Leave a Comment- Olá. A sala vazia volta a fazer contato depois de mais de dois meses em silêncio; provavelmente, vazia. Passei um espanador antes de escrever. Sei o quanto é clichê começar um post com esse assunto, mas acho inevitável, como bem disse no outro blog.
- Minha cunhada tá chegando de Fortaleza daqui a pouco; possivelmente ela chegue enuanto escrevo. A vinda dela pra cá abre um espaço pra eu falar sobre namoro a distância pela internet e sobre como eu nunca faria isso. Mas não vou falar. Não agora.
- Minha mãe – e um pouco o meu pai – tá um pouco paranóica com a chegada da Marcília (minha cunhada). Ela tá arrumando toda a casa, parece que é uma parente que não vemos há anos e temos que deixar tudo em ordem pra não causar má impressão.
- Nessa semana que a Marcília vai ficar aqui em casa, meu irmão vai dormir no meu quarto. Acho que meu pai quer evitar outro neto antes da hora. Não que isso evita alguma coisa, mas…
- Baixei o Safari 4.0, e estou escrevendo dele. Não estou gostando. Vou usá-lo por mais alguns dias e depois volto pro Firefox. Quando o Chrome pra Mac vai ficar pronto?
- É impressionante como o Cenius, do iTunes, consegue montar uma playlist bem legal com bandas com sonoridades bem diferentes. Eu não sei se faria melhor.
- Hoje baixei e ouvi o disco novo dos Titãs, Sacos Plásticos.

Das quatorze músicas, gostei de umas três, e outras duas também são legais. O resto é bem + ou -. É uma pena, de verdade.
- Comprei a guitarra de um amigo, uma Epiphone Les Paul Special II, vermelha. Mó legal. Amanhã, na hora do almoço, vou levar lá Teodoro Sampaio pra comprar cordas e tarrachas novas; tá precisando.
- A Milena (@midominguez) me largou na mão lá no trabalho, e agora tô trabalhando que nem um FDP! Preciso de outra estagiária urgentemente!
- Amanhã, dia dos namorados, feriado prolongado, trabalho normalmente. Vai ser o segundo ano seguido que o dia dos namorados é só o dia 12/06 pra mim. Não estou dando muita importância pra isso.
- Ah, e já está certo que não conseguirei pegar férias em julho. Não tem problema, não sei o são férias mesmo, não vai fazer muita diferença.
- Eu tenho Twitter: @rafa_arruda. Escrevo todo dia lá, e escrevo bastante. Segue eu lá!
- O Mercúrio Cromo também tem: @MercurioCromo. Segue nóis lá!
- Pra que acha que esse blog não é atualizado diariamente, ledo engano, meu caro. Coloquei a widget do Twitter aí na lateral, e atualiza todo dia.
- E vem cá, o que onde foram parar os links, hein?!
- Tenho certeza absoluta que tinha mais coisas pra comentar, mas não lembro. O que é normal em se tratando de mim.
- Não revisei o texto antes de publicá-lo, vai como está.
Hasta luego.
Pra ser sincero
•April 6, 2009 • Leave a CommentSinceridade. Não sou assim tão fã do Kiss. Gosto pacaramba, isso é fato, mas não pagaria muito mais do que paguei pra ver um show deles; e olha que eu paguei caro!
Comecei a curtir Kiss de verdade lá pro começo de 2000, após a passagem deles pelo Brasil, em 99. A Abril, que naquela época era a responsável pela publicação dos quadrinhos da Marvel, DC e Image, publicou uma minissérie chamada Psycho Circus, que tinha o Kiss como personagens centrais. Eu, quadrinhófilo como era, comprei, gostei e pedi bis.
Fato é que, a partir daí, passei a conhecer um pouco mais de Kiss, mas mesmo assim não se tornou uma das minhas bandas favoritas.
Mas eu não perderia um show deles por nada!
É amanhã! Em menos de 24 horas!

